A trama, originalmente escrita em 1960, segue mais atual do que nunca ao abordar hipocrisias sociais, manipulação midiática e os limites da moralidade. Tudo começa quando Arandir, interpretado pelo ator Roberto Reial, atende ao pedido de um desconhecido atropelado e lhe dá um beijo nos últimos instantes de vida. O ato de compaixão se transforma em um escândalo quando o sensacionalista repórter Amado Ribeiro (Luís Costa) transforma o caso em manchete, dando início a um enredo de perseguição, intrigas e tragédias.
Capacidade: 695 lugares.
Acessibilidade no setor Plateia (térreo)
Acesso gratuito com distribuição de senhas na bilheteria, 1h antes do início, por ordem de chegada.